Fecomércio RN participa de reunião promovida pela Fiern para discutir cabotagem
Vice-presidente Luiz Lacerda esteve presente no encontro com outros representantes do comércio potiguar A Federação do Comércio de Bens, Serviços
Por Redação Senadinho · Redação
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Vice-presidente Luiz Lacerda esteve presente no encontro com outros representantes do comércio potiguar
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN) participou de reunião com entidades do setor comercial para discutir os potenciais do estado para o transporte marítimo por cabotagem. A entidade foi representada pelo vice-presidente Luiz Lacerda e do assessor especial da Divisão de Relações Instititucionais, Fernando Virgílio, no encontro promovido pela Federação das Indústrias (Fiern).
Foram tratados temas relacionados às operações costeiras, à coleta de dados voltada para o escoamento da produção do Rio Grande do Norte, e abordou as dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo em relação ao transporte e à infraestrutura. Além disso, foram debatidos os meios para viabilizar uma rota de cabotagem direcionada ao estado potiguar.
Cabotagem é um termo utilizado no contexto do transporte marítimo e refere-se à navegação costeira entre portos de um mesmo país. Esse tipo de transporte é realizado ao longo das linhas costeiras, rios e outros corpos d’água internos de um país, sem cruzar fronteiras internacionais.
Luiz Lacerda destaca que a concretização da cabotagem no Rio Grande do Norte representa um anseio de longa data para os empresários locais. Ele acrescenta, também, que essa modalidade de transporte pode acarretar benefícios relacionados à infraestrutura do estado, uma vez que a redução do tráfego de caminhões de carga contribuiria para a minimização dos danos nas estradas.
“Há mais de 20 anos que nós temos esse desejo porque não temos essa questão da cabotagem. Um navio não parando no Porto de Natal, prejudica a economia, tudo se torna mais caro para os empresários locais. As nossas cargas só têm chegado em Pecém, no Ceará, e em Pernambuco. E estamos querendo que o navio pare no Porto de Natal até por questões de infraestrutura, de estradas”, comenta.
Fecomércio RN
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