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Bebê em Goiás surpreende ao nascer com quatro rins

Um caso extremamente raro e impressionante veio à tona nesta semana, de uma bebê em Goiás, que nasceu com quatro

Por Redação Senadinho · Redação

2 min de leitura0

Um caso extremamente raro e impressionante veio à tona nesta semana, de uma bebê em Goiás, que nasceu com quatro rins. De acordo com o g1, a condição da menina de um ano, chamada Isis, é considerada um caso bastante raro na medicina e é conhecida como “rins supranumerários”.

O urologista-pediátrico responsável pelo caso, chefe do setor de urologia do Hospital da Criança de Brasília (HCB), relatou que existem apenas cerca de 100 casos similares documentados na literatura médica mundial até o momento.

O que são Rins Supranumerários?

Rins supranumerários ocorrem quando, durante a gestação, há um desenvolvimento adicional de rins. No nosso corpo, geralmente encontramos um rim de cada lado, mas em alguns casos, como o de Isis, pode ocorrer a formação de mais de um rim em cada lado.
Dr. Hélio Buson, médico responsável pelo caso, disse: “O rim é um órgão que é formado a partir de um broto. Esse brotinho pode ser duplicado e, a partir daí, formar um rim com dois tubos, que vão drenar esse rim ou dois rins”.

A trajetória de Isis

Isis nasceu prematura e logo após o nascimento, a equipe médica suspeitou que ela tinha nascido com apenas um rim. Posteriormente, após ser transferida para o Hospital da Criança José Alencar, descobriu-se que a bebê tinha quatro rins.

A menina passou por uma cirurgia aos cinco meses de idade para a retirada de um dos rins, que estava obstruído e não funcionava mais. Isis atualmente se encontra estável em relação à função renal, mas devido ao tempo de intubação por ter nascido prematura, possui alguns problemas pulmonares.

Em uma entrevista, a mãe de Isis disse: “No momento ela está estável da função renal, apenas tem algumas outras complicações causadas pelo tempo de intubação, pois nasceu prematura”.

De acordo com Dr. Buson, a cirurgia foi bem-sucedida e o rim removido foi enviado para estudo. Apesar da condição rara, a garotinha continua lutando e se mostrando uma verdadeira guerreira.

Fonte: O Antagonista

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